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de las geociencias. Además, todos estarán invitados
a sumarse a estos tópicos con sus propios puntos de
vista, críticas y observaciones.
Santa Maria, 30 de julho de 2009.
CONTRIBUIÇÕES AO PROJETO: REFERENCIAIS NACIONAIS DE GRADUAÇÃO – ENGENHARIAS DO MINISTERIO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRO.
CONTRIBUIÇÕES AO CURSO DE ENGENHARIA DE AGRIMENSURA.
PERFIL DO EGRESSO: O Engenheiro Agrimensor é o profissional de especificidade técnico-científica que obtém e trata dados de levantamentos topométricos, geodésicos, astronômicos, gravimétricos, hidrológicos, hidrográficos, fotogramétricos, batimétricos, de processos judiciais, da Gromática e em imagens. Elabora cartas para obras de infraestrutura, ações judiciais e serviços e obras ambientais. Faz a locação de obras civis, de transportes, de túneis, de dutos, projetos de assentamentos rurais e urbanos, a demarcação, a divisão, a discriminação, a partilha de terras e o georreferenciamento, vistorias, perícias, avaliações, arbitramentos, laudos e pareceres técnicos, loteamento, desmembramento, remembramento, arruamento e traçado de cidade. Emite laudos e pareceres técnicos. Firma-se na ética e na segurança.
TEMAS TRATADOS NA FORMAÇÃO: Atendidos os conteúdos do núcleo básico da Engenharia, os conteúdos profissionalizantes do curso são: Computação; Mecânica; Eletricidade; Meio Ambiente; Obras da Construção Civil; Transportes. Os conteúdos de formação específica são: Gromática (Agrimensura), Desenho Técnico; Direito Processual Civil; Topometria; Geodésia; Astronomia Geodésica; Gravimetria; Mensuração; Ajustamento de Observações; Monitoramento de estruturas; Geotecnia; Sistemas de Projeção Cartográficas; Fotogrametria; Hidráulica; Hidrologia; Saneamento; Irrigação; Drenagem; Sensoriamento Remoto; Cadastro Técnico; Rodovia; Ferrovia; Hidrovia; Túnel; Mina; Duto; Batimetria; Limite Fundiário; Traçado de Cidade; Gleba; Arruamento; Desmembramento; Remembramento; Loteamento; Perícia; Avaliação; Laudo; Registro de Imóveis.
ATUAÇÃO: O Engenheiro Agrimensor é habilitado para trabalhar em empresas de engenharia, indústria, construção civil, serviço público e instituições de ensino e pesquisa; em obras e construções, em planejamento, monitoramento, administração e controle de grandes obras. Monitora o espaço físico na construção de rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos, túneis, minas subterrâneas, dutos, barragens; no parcelamento do solo; em obras de extrativismo; em sistema de saneamento, irrigação e drenagem. Dá assistência ao Poder Judiciário, nas funções de perito agrimensor, perito arbitrador e perito avaliador. Interpreta o princípio da especialidade para a composição da matrícula imobiliária. Faz cadastro técnico, planta genérica de valores, vistorias e perícias para a administração pública.
INFRA-ESTRUTURA DE CURSO: Biblioteca de Engenharia de Agrimensura. Laboratório de Instrumentação Topométrica, Geodésica, Astronômica e Gravimétrica; Laboratório de Processamento de dados Topométricos, Geodésicos, Astronômicos e Gravimétricos; Laboratório de Fotogrametria; Laboratório de Sensoriamento Remoto, Laboratório de Cartografia; Laboratório de Informática; Laboratório de Mecânica dos Sólidos e Mecânica dos Fluidos.
Prof. Eng. Agrimensor Carlito Vieira de Moraes.
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Fecha de publicación: 30/07/2009
Santa Maria, 26 de julho de 2009
CONTRIBUIÇÕES AO PROJETO “REFERENCIAIS NACIONAIS DE GRADUAÇÃO – ENGENHARIAS” DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRO
Senhores Engenheiros e Docentes do Magistério Superior
O Projeto “REFERENCIAIS NACIONAIS DE GRADUAÇÃO – ENGENHARIAS” DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRO estabelece a existência de 22 (vinte e dois) Cursos de Engenharia.
No projeto não há menção do Curso de Engenharia Cartográfica, criado desde 1965, existente e reconhecido há cerca de 30 anos no Brasil.
Existem 6 Instituições de Ensino brasileiras em que este curso está instituído: Universidade Estadual Paulista (UNESP), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Instituto Militar de Engenharia (IME).
“O Curso de Engenharia Cartográfica da UERJ tem origem na área civil do Curso de Engenharia. Ele foi criado em 1965, reconhecido pelo Decreto 83.217, de 28 de fevereiro de 1979 e, desde então, tem formado engenheiros cartógrafos” (http://www.carto.eng.uerj.br).
No projeto, o referencial para o Curso de Engenharia Cartográfica é o Curso de Engenharia de Agrimensura. Aqui está o retrocesso. Estes cursos são independentes entre si e harmônicos. Eles são de formação específica e não de formação generalista.
Mundialmente, existem duas organizações distintas e bem definidas em seus propósitos que são Fédération Internationale des Géomètres (FIG) que é o referencial do conhecimento de Agrimensura para o mundo e a Association Cartographique International (ACI) que é o referencial para a Cartografia.
No projeto não existe esta consideração, o que é lamentável!
As contribuições são efetuadas em formulário disponível no endereço:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=13812&Itemid=995
A data limite é 31-7-2009.
Atenciosamente,
Prof. Engenheiro Agrimensor Carlito Vieira de Moraes
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Fecha de publicación: 26/07/2009
Santa Maria, 12 de julho de 2009
"Porque o conhecimento prolonga efectivamente a própria vida" Jean Piaget
UNIFICAÇÃO DA ENGENHARIA DE AGRIMENSURA COM A ENGENHARIA CARTOGRÁFICA
No Brasil se discute a unificação da Engenharia de Agrimensura com a Engenharia Cartográfica em uma única profissão.
A idéia, existente faz cerca de 30 anos, está em execução na Universidade Federal de Viçosa. O mesmo exemplo está sendo seguido pela Universidade Federal da Bahia.
A unificação de duas engenharias em uma é muito ruim no que concerne a restrição da oportunidade de acesso ao conhecimento.
A sociedade brasileira é a perdedora.
As 3600 horas-aula (carga mínima) para os Cursos de Graduação em Engenharia que prevê a Câmara de Educação Superior do Conselho de Educação Superior do MEC (Homologação do Parecer nº 8/2007, publicado no DOU, Seção 1, Nº 112, de 13 de junho de 2007) são insuficientes para a operacionalização de um curso unificado sem que haja perdas na formação do aluno e, por conseguinte, a prestação profissional para a sociedade ficará prejudicada.
Os defensores da unificação se apóiam na premiça de que os conteúdos diferem entre si muito pouco e que os cursos que existem não têm grande procura.
As formações de Engenheiro Agrimensor e de Engenheiro Cartógrafo são distintas e como tais devem permanecer.
A Agrimensura é a mais antiga das engenharias. Na França, a profissão "Engenheiro Agrimensor" recebe o nome de "Géomètre-Expert". Veja-se o artigo "Histoire de la profession. Le géomètre-expert:l'un des plus vieux métiers du monde" em .
A sua sistematização se iniciou com a Civilização da Etrúria, cerca de 17 séculos A.E.C.(atualmente é a região da Toscana na Itália). É a terra de Galileu.
A Agrimensura possui uma literatura vasta, denominada por Literatura Gromática. Atualmente esta literatura vem sendo pesquisada e ressistematizada por pesquisadores da Itália ("Università di Bologna"), França ("Université de Franche-Comté") e Espanha ("Universidad de la Rioja").
Os etruscos ensinaram os romanos e, por conseqüência, contribuiram para a formação do Direito Romano. Um exemplo é a "Actio Finium Regundorum" que é a ação que trata dos limites fundiários no Direito Romano e herdado pelos juristas brasileiros (encontra-se na Doutrina e no Código de Processo Civil) e provavelemte é conhecimento jurídico herdado pela maioria dos povos quanto às questões dos limites fundiários.
Um exemplo recente: em 2005, na Universidade de Bologna, na Itália, defendeu-se uma tese em Filologia, em que mostra a contribuição dos tratados da Agrimensura (gromática) dos romanos.
A situação atual no Brasil tem mostrado que o conhecimento que resulta na formação profissional se tornou um problema empresarial. Se a empresa não vai bem no mercado, ela se une com outra que possui afinidade. Faz-se um "marketing" fervoroso e o povo obedece.
A unificação é um retrocesso. Ela suprime o desenvolvimento das especificidades, as quais são a razão de ser da Ciência e da Técnica.
Prof. Carlito Vieira de Moraes
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Fecha de publicación: 12/07/2009
UNIFICAÇÃO DA ENGENHARIA DE AGRIMENSURA COM A ENGENHARIA CARTOGRÁFICA
No Brasil se discute a unificação da Engenharia de Agrimensura com a Engenharia Cartográfica em uma única profissão.
A idéia da unificação é muito ruim, pois ambas as profissões terão perdas, em virtude da redução da carga horária. Com 3600 horas-aula (carga mínima) para os Cursos de Graduação em Engenharia que prevê a Câmara de Educação Superior do Conselho de Educação Superior do MEC (Homologação do Parecer nº 8/2007, publicado no DOU, Seção 1, Nº 112, de 13 de junho de 2007) torna-se inexeqüível a operacionalização do curso sem que haja perdas na formação do aluno e, por conseguinte, a prestação profissional para a sociedade ficará prejudicada.
Os defensores da unificação se apóiam na premiça de que os conteúdos diferem entre si muito pouco e que os cursos que existem não têm grande procura.
As formações são distintas e como tais devem permanecer. A Agrimensura deu uma grande contribuição ao Direito Romano e a Filologia Greco-Latina. Um exemplo recente: em 2005, na Universidade de Bologna, na Itália, defendeu-se uma tese em Filologia, em que mostra a contribuição dos tratados da agrimensura (gromática) dos romanos.
Prof. Carlito Vieira de Moraes
Enviado por Eng. Agrim. Carlito Vieira de Moraes 0 posts
Fecha de publicación: 10/07/2009
QUE LES PARECIO EL CONGRESO NACIONAL DE AGRIMENSURA EN SANTA FE? A MI UN DESASTRE, SENTI QUE ME ESTAFARON CON RESPETO DE LOS EXTRANJEROS Q EXPUSIERON SUS TRABAJOS MUY BUENOS POR CIERTO, SIENTO VERGUENZA AJENA
Enviado por OSCAR 12 posts
Fecha de publicación: 30/10/2008
Gabriel, lo mismo que te paso a vos, cuando hiciste el replanteo de los puntos con la estacion, temo que me pase a mi, en cuanto a los puntos levantados con GPS, te aseguro que lo hice con un PDOP alto y siempre fijo, teniendo la precaucion de no perder señal y que se me fuera a flotante, lo otro que voy a hacer, es relevar nvamente los mismos punto con el GPS, pero en RTK, y si las diferencias continuan relevando en tiempo real, pues ya no se que hacer, un saludo grandote y gracias
Enviado por Alberto 0 posts
Fecha de publicación: 17/10/2008
Por lo pronto,gracias gabriel,y te comento, el levantamiento que hice, fue en PPK, y procesado en TGO, con vectores limpios y suficiente cantidad de satelites (la exigencia minima es de por lo menos 4 satelite y en ese momento conte con 8, es mas, volvi a ser el mismo levantamiento con GPS y obtuve las mismas coordenadas, mm mas o menos, y ahi radica mi pregunta, hay un factor o formula de correccion, al pasarlas al plano, es decir a una estacion?,gracias gabriel agradeceria tu respuesta.
Enviado por Alberto Guerra 1 posts
Fecha de publicación: 15/10/2008
Buenas tardes, agradeceria que me ayudaran en mi problema, soy topografo, hecho en obra de cdo los levantamientos topograficos, relevamientos y replanteos, los haciamos con teodolito, y he tenido que aprender sobre estaciones totales y GPS, haciendo un relevamiento con GPS Trimble R6 en modo Posproceso y sistema Posgard, una vez obtenidas las cordenadas, las he volcado a una estacion total (estacion y un punto para atarme)he relevado los mismos puntos levantados con GPS(los puntos estan en un radio, no mayor de 100.00 mts) y tengo errores tanto en el norte como en el este de hasta 0.20 mts, no tanto en las cotas, entiendo, creo, es porque el GPS me mide en el elipsoide y la estacion, en un plano, mi pregunta es, hay una formula o factor de correccion que tenga que aplicar a las corrdenadas norte, este y altura? desde ya muchas gracias
Enviado por Alberto Guerra 3 posts
Fecha de publicación: 14/10/2008